Perdidos em Montreal: Os Amigos
Quando a gente viaja para fora do nosso país, mesmo que por pouco tempo, é muito bom estar perto dos amigos. Pela internet, o Twitter foi ótimo. Sem a intensidade normal que publico meus tweets e em horários diferentes, por causa do fuso horário, sempre encontrei palavras carinhosas da galera que me segue.
Aqui, alguns dos amigos que encontramos…





Perdidos em Montreal: De Volta!
Quando era adolescente e não conseguia escrever no meu diário o que estava acontecendo, ficava tentando encontrar algum momento para fazer. Sempre explicava o motivo da ausência… e imagina se não vou fazer isso agora.
Ainda tenho muitas histórias pra contar e vou fazer isso ainda, mas precisava dizer que voltei. Uma viagem cansativa e puxada. Saimos antes das cinco da tarde do hotel – com receio da distância – e só chegamos ao Rio, por volta das 8 da noite do dia seguinte. Conexão entre Rio e São Paulo não ajudou nada e ainda atrasou. Chegamos em São Paulo por volta do meio-dia e só saímos de Guarulhos às 7 e meia da noite.
Sem falar, em terem colocado a gente no voo entre Toronto e São Paulo no último banco do avião, com muito balanço (quem me conhece sabe como adoro isso) e sem uma visão. Era, literalmente um buraco. Deu agonia, confesso. O resultado disso e de um vento nas costas por 10 horas foi uma enxaqueca e gripe. Mas… que vale que foi na volta. Nada como dois dias de recuperação para estar inteira. Por isso é que sumi na segunda e quase toda a terça.
Viajar é ótimo, mas voltar é muito bom. Seria melhor se a empregada não tivesse sumido por dois dias. É mole? Pode rir, já sei que estão fazendo isso. Mas a viagem foi linda, tudo perfeito, fantástico, romântico, aventureiro, consumista e tudo mais. Que vale que tem Fim de Jogo essa semana para matar as saudades de tudo. E, nessa quarta, volto à redação com muitas muitas histórias pra contar, se bem que já fui contando quase tudo por aqui. Foi ótimo o blog e terei muito mais dicas de Montreal para acrescentar. Acho que depois posso mudar o título para Lua de Mel em Montreal…



Perdidos em Montreal: Nevou!!!
Pois é… Na terça-feira (20 de outubro), resolvemos fechar um passeio até uma estação de esqui (mas não época de neve), chamada Tremblent. Ônibus saindo lá do Centro de Convenções por volta das 9 da manhã e retorno no fim do dia (umas seis da tarde). Seria, mais ou menos, como um passeio do Rio até Penedo. Muito mais frio – a gente estava achando pouco o daqui, né (ai, que mentira) -, mas seria algo diferente para fazer.
Acordamos e ao olhar pela janela: chovia. Fazer o quê. O passeio já estava pago e para turista tudo é válido. A gente topa tudo. Mas não poderia ter tido tempo melhor. Até lá são cerca de duas horas. A motorista do ônibus – é isso mesmo, uma mulher e como dirigia bem – foi fantástica. Depois explico o porquê.
A subida é muito suave, você nem sente que está indo para o alto. E lá, o lugar era lindo. Chuva caindo e resolvemos nos separar do grupo e ir entrando nas lojas e passeando. De repente, quando estávamos em uma das lojas, tomando um capucccino, ela começou e não parou mais. Neve… a primeira do ano em Montreal! E como não parava, foi começando a acumular nos telhados e na grama. Se Tremblent já estava linda com chuva… com neve então. Para quem nunca tinha passado por isso… foi incrível. Na volta, enquanto a gente se deliciava com a paisagem branquinha do lugar, a motorista com atenção redobrada, dirigindo muito devagar por causa da neve que não parava de cair. Show… ou melhor… snow… Nem precisa dizer quantas fotos o Celso tirou. Vou ter que colocar tudo no Picasa ou no Flickr.




Perdidos em Montreal: o Poster
Quarta-feira de manhã (21 de outubro) foi o dia de colocar os dois posters – nosso trabalho – aqui no 20th World Diabetes Congress. O fato em si é simples, mas tem uma importância muito grande. Para os médicos é pontuação para revalidação dos títulos de especialista. Para uma equipe de jornalismo, como nós, é o fato de sermos os únicos profissionais nessa área no Brasil a apresentar projeto no congresso. Cheguei a perguntar a outros colegas e parece que fomos a única equipe de jornalismo a apresentar um trabalho, tanto que a taxa de inscrição (que é essencial nesses casos) foi free.
Missão cumprida e ainda encontramos duas médicas estreiantes em congressos internacionais e aí vai nosso registro delas também – Ana Paula Lázaro e Viviane Aline Oliveira da Silva. Também passamos no poster da Dra. Reine M. Chaves, amiga e médica da Sociedade Brasileira de Diabetes, da Bahia.




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